PORTO ALEGRE, SEGUNDA-FEIRA, 18 DE DEZEMBRO DE 2006 |
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Talvez os satélites ao redor da Terra não registrem diferenças em suas mais recentes fotos. Nem precisa. Para todos os torcedores colorados, há, desde a manhã de ontem, uma verdade absoluta para a qual não existe espaço de contestação: o mundo mudou de cor e agora é vermelho e branco. Com uma vitória incontestável de 1 a 0 sobre o badalado Barcelona, o Inter conquistou o Mundial de Clubes da Fifa e agora vai ostentar no Beira-Rio o mais desejado dos troféus. O resultado não veio sem antes trazer consigo muito sofrimento e angústia para os torcedores. Isso porque o Barcelona sempre foi uma equipe perigosa e era presença constante nas proximidades da área colorada. A estratégia de Abel Braga, no entanto, deu certo e o Inter conseguiu anular as principais jogadas catalãs. Mais que isso, não deu espaço para que Ronaldinho Gaúcho mostrasse seu talento. Firme na defesa, o time pôde especular nos contra-ataques e foi em uma jogada assim que nasceu o gol do título. Tudo começou com uma rebatida de Índio na defesa, passou por uma jogada brilhante de Iarley no ataque e foi concluída pelo até então rejeitado Adriano Gabiru. O apito final do árbitro guatemalteco Carlos Batres deu início a uma festa colorada sem precedentes no Rio Grande do Sul. Na Capital e no Interior, os torcedores foram às ruas comemorar o título mais esperado dos 97 anos de história do Inter. Uma nova festa deve ocorrer na terça-feira, quando está programado o retorno dos campeões. Talvez os satélites ao redor da Terra não registrem diferenças em suas mais recentes fotos. Nem precisa. Para todos os torcedores colorados, há, desde a manhã de ontem, uma verdade absoluta para a qual não existe espaço de contestação: o mundo mudou de cor e agora é vermelho e branco. Com uma vitória incontestável de 1 a 0 sobre o badalado Barcelona, o Inter conquistou o Mundial de Clubes da Fifa e agora vai ostentar no Beira-Rio o mais desejado dos troféus. O resultado não veio sem antes trazer consigo muito sofrimento e angústia para os torcedores. Isso porque o Barcelona sempre foi uma equipe perigosa e era presença constante nas proximidades da área colorada. A estratégia de Abel Braga, no entanto, deu certo e o Inter conseguiu anular as principais jogadas catalãs. Mais que isso, não deu espaço para que Ronaldinho Gaúcho mostrasse seu talento. Firme na defesa, o time pôde especular nos contra-ataques e foi em uma jogada assim que nasceu o gol do título. Tudo começou com uma rebatida de Índio na defesa, passou por uma jogada brilhante de Iarley no ataque e foi concluída pelo até então rejeitado Adriano Gabiru. O apito final do árbitro guatemalteco Carlos Batres deu início a uma festa colorada sem precedentes no Rio Grande do Sul. Na Capital e no Interior, os torcedores foram às ruas comemorar o título mais esperado dos 97 anos de história do Inter. Uma nova festa deve ocorrer na terça-feira, quando está programado o retorno dos campeões.
'Achei uma injustiça. O melhor em campo foi o Iarley', afirmou Fernandão. Ele e o estádio inteiro esperavam que Iarley recebesse a Bola de Ouro como melhor jogador da final, mas o prêmio foi para Deco, já que valia por toda a competição e não só a decisão. O atacante teve que se contentar com a Bola de Prata. 'O que importa é ser campeão. E isso já sou. Deixa o Deco com esse prêmio', afirmou. Iarley foi fundamental do
início ao fim do jogo, sempre levando preocupação
à zaga do Barcelona. Mas a sua importância foi ainda maior
nos minutos finais, quando o Inter já ganhava. Ele manteve a bola
na ponta esquerda por alguns minutos, deixando o resto do time respirar
e enervando o Barcelona. 'Nunca me escondo do jogo. Às vezes, pode
até não dar certo, mas procuro chamar a responsabilidade',
disse.
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Porto Alegre - RS - Brasil |